Capítulo de livro:
AGUIAR, R.L.S. (2025). A Antropologia na era da Inteligência Artificial. Em: PATRIMÔNIO, CULTURA E IDENTIDADE EM IBERO-AMÉRICA.
https://doi.org/10.5281/ZENODO.15500709
Resumo: A humanidade passa por uma transformação, geradora de outras formas de sociabilidades. Novos agentes foram inseridos no cenário social, criando esquemas alternativos de socialização e gerando humanos relativos. A Inteligência Artificial se insere neste dilema, pois já manifesta poderosa capacidade agentiva. Num mundo onde aparecem humanos relativos, entidades inorgânicas e outras classes de actantes, a antropologia precisa ser repensada, bem como as condições que delimitam as fronteiras entre humanos e não humanos. Neomitologias se cristalizam no imaginário popular, num mundo onde as distopias que embalaram nossa imaginação por tanto tempo, agora assumem a condição de profecia. Seria a I.A. o derradeiro trickster?
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*Emergência, Convergência, Singularidade* propõe uma reflexão crítica e instigante sobre os impactos das altas tecnologias na experiência humana contemporânea. A partir de uma abordagem antropológica inovadora — a Antropologia Filosófica Futurista —, Rodrigo Simas Aguiar investiga como a evolução tecnológica, a centralidade da inteligência artificial e a manipulação de narrativas reconfiguram identidades, relações sociais e projeções de futuro. Entre promessas de progresso e riscos de dominação, a obra convida o leitor a repensar o papel da tecnologia na construção do humano e nos destinos da sociedade.
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